Meu coração aperta em pensar no assunto e meu corpo enrijece
fazendo borbulhar em meu interior uma mistura de ira e desapontamento comigo mesmo.
Odeio não conseguir escrever um conto.
A falta de criatividade para um conto irrita-me
profundamente, faz me sentir impotente e inútil. Fico parada arranjando coisas
úteis para fazer em frente ao computador, quando não tenho, só por que não
tenho nenhuma ideia para escrever em forma de romance. Na verdade ideias não
são o que faltam, mas o que de fato falta é a inspiração e sem inspiração qualquer
um pode escrever qualquer porcaria... Prefiro nem mencionar o montante de
porcarias que se pode ler por aí de um monte de gente idiota.
Sinceramente acho que escrever uma crônica é muito mais
fácil, pois elas são mais livres, não precisam ter personagens ou sentimentos
ou qualquer coisa. Pode ser uma crônica vazia escrita para falar sobre o nada.
Mas isso não desvaloriza-a e sim enche-a de mais amor e dedicação do seu autor.
Eu vejo, muito, as crônicas como grandes desabafos, (Fico
imaginando os cronistas cujo sou fã brigando comigo por isso), mas infelizmente
ou felizmente esse é o meu pensamento sobre as crônicas. Não estou as
desvalorizando, pelo contrário, estou supervalorizando os bons cronistas, pois
com a grande facilidade de fazer uma crônica, fazer uma crônica que supra as expectativas
é difícil.
Só digo que escrever algo com um enredo, vários personagens,
manter uma linha de raciocínio, manter os mesmos sentimentos, pensamentos e “trejeitos”
de vários personagens simultaneamente, descrever cenários, roupas, emoções e
expressões pautado em uma personalidade que acabei de adquirir, é muito, muito,
muitíssimo mais difícil do que conversar do jeito que você está mais a vontade,
falando verdades ou mentiras, encenando um papel ou não, sendo quem você quiser.
Tocar onde sua imaginação, naquele momento, está disposta a alcançar.
Gosto muito de escrever e acho que não sou um bom escritor,
acho meu léxico muito pobre, acho-me muito incapacitado para um sonho muito
grandioso, mas ouso dizer, um dia irei alimentar muitas bocas com o fruto do
meu trabalho e do meu sofrido suor.
Eu poderia enumerar em uma das mãos os meus ídolos cronistas,
que leio com frequência, mas isso não desvaloriza os demais escritores. Tanto que
não conheço nem um décimo da parcela de 0,015% dos escritores do Brasil, quanto
mais do mundo.
Então, um grande beijo para meus ídolos Walcyr carrasco,
Sabrina Gomes, Natália Klein e tem mais, mas vou parar por aqui, pois por
enquanto são os que eu, gostaria muito conhecer, pedir um autografo, abraçar e
pagar um mico parecendo favelado do subúrbio o Rio de Janeiro.
Na verdade tem muitos famosos que gostaria muito de
conhecer, muitos que eu quero fazer papel de bobo quando me deparar cara a
cara...
Mas essa eu deixo para um próximo texto que publicar, sendo
crônica ou não...
Um beijo do meu saudosíssimo
Jô...
Beijo do Gordo – WOHL
E um beijo no cú de cada um de vocês!
By: Tatá Lopes (Sou seu fã e um dia vou lhe dar um beijo
n...)
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