Sei o quão tarde está
para se fazer uma retrospectiva do ano que se passou, mas nunca é tarde para se
homenagear quem se ama não?
Não, antes que pensem
qualquer coisa, não estou apaixonado. Mas sim, vou falar sobre pessoas que amo,
pois costumo dizer que amo a todos, pois amar é diferente de gostar e amar não
é um sentimento qualquer e sim uma ação, um exercício. O exercício mais lindo
que se pode fazer e se praticar. Às vezes eu erro e pratico errado, mas não
estamos aqui para falarmos do exercício do amor e sem para homenagear quem nos
ajudou a fazer um ano de 2013 mais lindo, florido e leve.
Bem, sei o quanto pode
parecer clichê, mas não tenho nada que reclamar deste ano que se passou, foi um
ótimo ano, com seus altos e baixos e como sempre costumo dizer, “foi incrível,
mas o próximo pode ser ainda melhor.”. Pode parecer insatisfação, mas não é, na
verdade é esperança de um ano melhor, mas digo que vivi intensamente o ano
passado e adorei cada segundo e não me arrependo de nada, pois o que fiz me fez
ser quem sou.
Bem, ano passado
começou comigo na praia com minha família. Uma nova oportunidade, um recomeço
após idas e vindas da vida no ano de 2012 que me quebraram como uma onda que
nos dá um “caixote”.
Em seguida tive uma bela
oportunidade de, não fazer novos amigos, mas fortalecer os laços de amizade que
já tinha. Fiz uma pseodo festa de aniversário que, apesar de tudo, foi
interessante. Risos e desventuras pessoais a parte, foi ótimo. Além de meus familiares
tive o prazer de dividir minha noite com amigos cujo amo muito.
Agora não me lembro bem
se foi antes ou depois, mas lembro-me de no mesmo mês ter ido ao casamento de
uma grande amiga minha que, de forma inesperada se apaixonou pelo seu príncipe
pela internet, acreditam? É verdade, ela conseguiu! Eu fiquei muito feliz por
ela, mas não pude presenciar tudo, por ter tido um compromisso inadiável ao
mesmo dia. Mas só pelo fato de ter sido convidado e ter tentado ir me foi uma felicidade
estonteante.
E também em janeiro,
ainda, tive a felicidade de ir ao aniversário de um aninho de um pequeno
príncipe, peralta, (cheio de saúde, isso sim ;D), lindo e filho de um casal
lindo, feliz e cheio de amor. Não sei quem amo mais, o pequeno ou os pais dele,
ou a mãe dele. (rs) Bem, já os conhecia, mas foi uma incrível oportunidade de me
aproximar deles e estreitar mais os laços de amizade com aqueles que gosto
tanto. E se não bastasse ter ido ao aniversário de alguém tão querido de uma
família que gosto tanto, fui com uma fofa de uma amiga de muitos carnavais, ou
retiros de carnaval. (Rsrs ;p)
Bem, saindo de janeiro,
sem saber bem quando, eu recebi a notícia de que iria para a universidade, uma
das notícias mais felizes da minha vida. E fui, com a cara e a coragem, para
uma cidade onde não conhecia nada e fui desbravando, conhecendo gente nova e
aprendendo sobre o que escolhi para a vida.
G-E-N-T-E, vocês não
sabem como foi difícil, não conhecia ninguém e fiquei maior nervoso, pois todo
mundo só sabia falar que os petropolitanos eram difíceis de se conviver. Mas
olha, para minha surpresa sabe que sobrevivi e fiz grandes amizades. Conheci
pessoas incríveis, até me apaixonei. Pessoas que me fizeram aprender muito, me
fizeram rever meus conceitos, ter mais paciência, compreender como é difícil as
coisas e como é belo viver e querer lutar.
Aprendi como algumas pessoas são chatas, insuportáveis, mas que não
conseguiria viver um segundo sem essas pessoas insuportáveis.
Enfim entrei de férias,
cansado, exaurido, procurei e encontrei um emprego em Petrópolis e consegui. E
adivinhem, me apeguei aos meus colegas, que viraram grandes amigos, de
trabalho. Cada um com uma história de vida incrível. Com suas limitações e suas
grandezas, grandezas estas que, acho, que nem eles compreendam bem até hoje.
Tive minhas desavenças, assumo, mas deixo claro que cada um que tive
dificuldade eu fiz por amar e por ser inocente demais.
Fui, ainda em
Petrópolis e no primeiro semestre do ano, fui à minha primeira festa sozinho.
Uma festinha para maiores de 18 anos. Uma festa, comum, porém uma festa. E
acreditem se quiser, aconteceu. Eu encontrei a pessoa perfeita. Sabe aquela
pessoa quem você beija e vê estrelas e ri e a pessoa ri de volta com os rostos
colados. Sabe aquela pessoa com quem você poderia ficar por anos e anos a fio
só deitados abraçadinhos que nada mais importa. Então, encontrei, aquela noite.
Mas acho que estraguei tudo e perdi a pessoa amada. Escorregou entre meus dedos
e por vergonha, nunca mais falei com ela.
E ainda antes de sair
do primeiro semestre e de Petrópolis eu realizei um sonho antigo com dois
amigos, que entraram na minha vida de mansinho. Fui a boate, uma, duas e muitas
vezes, a várias boates e a cada dia mais eu conhecia e me apaixonava por estes
amigos novos que conheci em Petrópolis.
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