sábado, 27 de abril de 2013

Minha Pocahontas Part. I



Abro os olhos de vagar e vejo seu rosto angelical a minha frente, a visão perfeita para começar meu dia bem. Logo sorrio e acaricio seus cabelos tirando uma mecha que está caída sobre seu rosto. (Como pode, meu Deus, alguém marcar uma face tão linda como essa, como pode alguém querer ferir um ser tão puro e tão perfeito.) Com a mão ainda sobre seu rosto você sorri ainda de olhos fechados.
Isso me faz lembrar do nosso primeiro encontro. Do nosso primeiro abraço, nosso primeiro beijo, como você estava constrangida. Dos nossos primeiros juramentos de amor eterno.
Como é perfeito ter você em meus braços.
Levanto-me e sento a beira da cama. O sol começa, vagarosamente, entrar pela janela. Olhando o nascer do sol lembro-me de você que ainda está ao meu lado, ou melhor, a minha cama que ainda não esfriou nosso amor.
Recordo quando nos conhecemos, nos esbarramos em uma livraria e você não gostou de mim, me achou rude e repudiou minhas piadas sobre sua beleza. Posteriormente encontrei você ao salão de beleza. Você estava fazendo a unha, recordo-me que estava esperando secar quando eu me virei e vi você enquanto cortavam-me a barba. Impliquei com você e você rosnou qualquer coisa. Lembro que não queria magoa-la, mas sabia que só assim, talvez, falando uma verdade que você não queria ouvir, eu conquistaria você.

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