terça-feira, 30 de abril de 2013

Caminhando...


Tanto para fazer, mas falta algo para começar. Concentração, o objeto de pesquisa, tudo a mão, mas por ponde começar?
Tanto para fazer, mas não sei por onde começar. Textos e mais textos.
Louco? Quem me dera.
Gostaria de me dar o luxo de deixar-me enlouquecer. Não posso ter esse luxo. Tenho que continuar escrevendo, tenho que continuar produzindo. Tenho que continuar...
- Merda, estafa, porque agora você me surge e me impede de produzir?
Pensar, tenho que pensar, tenho que sonhar, tenho que rezar.
Nem uma doença me para, nem os mais vastos e perigosos oceanos me param, nem as mais altas montanhas e os mais frios picos me param, nem...  – Affs (Suspiro)
Tenho tanto á aprender, tenho tanto a produzir, tenho um potencial incrível, mas quando me em verei em ato?
Poderia eu me exemplificar como um entrelaçamento perfeito de ato e potencia, de dinamismo próprio e pautas estruturais (talvez), mas a questão é. Quem sou eu? O que sou e o que faço aqui? O que é certo e o que é errado e porque é certo e errado. Mas a pergunta que não quer calar. Existe certo e errado? Existe, sequer, um eu? Tudo o que vejo é fato ou simplesmente uma projeção?
Perguntas e perguntas, perguntas pertinentes, perguntas infames, perguntas arrogantes, perguntas ignorantes, perguntas sábias, perguntas como qualquer outra.
Não são as respostas que movem o mundo e sim as perguntas. Sendo assim, o quanto mais eu tiver progredido, mais eu terei que progredir.
Triste? Talvez.
Tenho sonhos como qualquer ser humano, tenho ideais como qualquer jovem, tenho ideologias e perspectivas, mas se tiver que largar tudo pela “Felicidade” será que eu largaria? Será que você largaria?
Eu não sei. Simplesmente não sei. Não chuto, não deduzo, nem utilizo premissas para, talvez, chegar à conclusão. Simplesmente digo, “Não sei” e dou continuidade ao meu caminho que, toro ou reto, é o meu caminho. Devo eu trilhar. Partes sozinho, partes com companhia. Mas uma coisa eu sei. Nunca estou só completamente.
E assim eu começo todas minhas tarefas, são muitas e parece até impossível eu completa-as, mas é um desafio.
Assim, com um ponto final, eu começo, ou dou continuidade, a minha vida.


PS.: Sem releitura para correção gramatical, proposital... ;p

Bom deleite!
Felipe Dick

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