amor?
Não, demônios não amor, só estão pré-destinados a seguir
esse caminho que é acompanhar.
Como é belo ver seus olhos a despir-me, como é atraente
ouvir-te professar essas palavras de pecado em minha vida. Porém eu não cairei
em suas armadilhas novamente.
Ira, doce ira. Quem tu és?
Uma menina, uma vez me apaixonei, era pequena e de cidade
grande. Minha morena eu a chamava. Porém ela só ma chamava de menino.
Como você me fazia derramar lágrimas vans senhorita Rúbia.
Hoje eu ouvi de uma amiga, que para não sofrer com seu amor
é só ela não lembrar-se de que ele existe e contigo eis o mesmo.
Para não derramar lágrimas vans á ti, eu me forço a
esquecer-te.
Um dia me apaixonei por uma menina, e hoje o que me sobra?
A Ira, doce e bela ira que corrói minha alma e me propicia a
pecar mais e mais em ti.
Entretanto com um pecado eu combato-a. Gula, doce gula.
Porém, a gula não me satisfaz, por isso eu procuro a paz
satisfatória de Jesus. Ela sim, ela preenche o buraco, que com a corrosão da
ira, eu tenho em minh’alma.
Untouch. Intocado... Não sou mais.
Impuro, isso é meu nome. Impuro pois tentei preencher o
buraco que a ira me causou com mais pecado.
Deus encheu o buraco com sua água viva e transbordou...
LD
29/09/2011
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