Hoje eu acordei e vi um anjinho acordar ao meu lado. Ela estava temerosa e um tanto amedrontada. Sua inocência e fragilidade, além de singular eram invejáveis.
Acalmei-a e tomei-a ao colo, protegi-a, beijei ao rosto e demonstrei meu amor e ela sorriu. Um sorriso puro e tênue, um sorriso impagável e perfeito em sua singularidade e diferença, abismal, dos demais sorrisos do mundo.
Ontem ela só dormiu com meu beijo de boa noite e hoje só sai após o afagar de seu amor.
Ela é pequenina, tem um olhar doce, cachos característicos de um anjinho, pele branca como as fofas nuvens que pairam ao alto céu. Não tem asas, mas sua imaginação permite que voe como um pássaro, não tem poderes, mas seu sorrisinho puro e sua inocência destroem e reconstroem quase tudo. Não protege, mas é protegida por todas.
Deveria ter escrito um conto, mas escrevi um fragmento de texto, que na verdade é um texto completo.
Essa menininha é minha doce irmazinha, meu anjinho, minha princezinha, minha flor, minha força e também minha kriptonita. Algo inexplicado, alguém inexplicável, alguém é não é ninguém e ao mesmo tempo não é O alguém é Simplesmente Maria. Não qualquer maria, mas sim a Minha Maria, minha FeFê, minha Marifê, minha Maria Fernanda!

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