sábado, 7 de setembro de 2013

Esta metamorfose!



Peço desculpas por não estar publicando. Tampouco escrevendo à mão.
É com dor ao coração e lágrimas aos olhos que recordo dos meus últimos dias, últimas sensações, emoções e acontecimentos emocionais que rodearam minha alma.
Minha casa ficou uns cinco dias sem energia, foi minha última semana de trabalho em Petrópolis, despedi-me de amigos com muito aperto ao peito e com o coração pulsando mais forte. Entre euforia e lágrimas fui duas vezes, minhas primeiras de muitas, à UFF em Niterói. Descobri que Nikity é muito legal e muito mais maravilhosa que eu imaginava.
Com mãos trêmulas, suor frio e olhos humedecidos por um turbilhão de emoções que se quer consigo descrever eu assumo um medo fora do comum. Até mesmo para mim.
Um medo de coisas que achavam ser obscuras e vejo que não são. Medo pela falta de compreensão do mundo. Medo do que pode estar por vir. Medo de viver e não querer viver mais.
Fiz novos amigos, amigos que pretendo levar para vida toda. Amigos que creio serem de verdade. Fiz novos amigos.
Amigos esses que não temo em contar-lhe coisas loucas e insânias da minha alma. Amigos cujo encontrei neles algo cujo escondi a muito de mim mesmo.
Descobri que não preciso mentir para mim, que nem sempre preciso viver um personagem, mesmo que muitas vezes isso me ajude a sobreviver. Mas descobri, sumamente a tudo isso que ser eu mesmo, sem medo, me abre portas.
Ainda não aprendi a viver sem medo e ser eu mesmo. Ainda não aprendi a deixar de viver certos personagens, mas estou aprendendo.
Dá medo de rasgar-me a mascara que deixei enraizar em minha face. Dá medo de mostrar a carne viva atrás do rostinho misterioso que criei. Dá medo de amar que quero sem medo de ser julgado, pelo meu amor e pelo mundo. Mas principalmente o que me dá mais medo é o que farei comigo mesmo à partir de agora que aprendi e sei tudo isso.
Uma vez ouvi que saber nem sempre é poder. Deveras saber nem sempre é poder. Poder de verdade é t6er sabedoria de saber o que fazer com aquele novo conhecimento.
Peço perdão novamente e agradeço a compreensão forçada de você nesta minha nova metamorfose.
P.S.: Aviso a todos quando eu terminar esta fase da minha vida!
Felipe Dick

Um comentário: